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Cibersegurança como “extra” no contrato de TI: riscos para PME

Backup não testado, MFA opcional e antivírus básico: por que segurança não pode ser upsell depois do ransomware.

Cibersegurança como “extra” no contrato de TI: riscos para PME

Ransomware não pergunta se você comprou pacote premium. Segurança mínima (backup imutável, MFA, patch, filtro de e-mail) deve estar na base — não na letra miúda.

Reclamações recorrentes no Reclame Aqui, fóruns e comunidades de gestores mostram o mesmo padrão: promessa na venda, frustração na entrega e dificuldade para sair do contrato. Este guia traduz essa dor em passos práticos — e o que exigir de um prestador sério.

O que fazer agora (passo a passo)

  1. Exija backup com teste de restore trimestral documentado.
  2. MFA em VPN, e-mail e admin de nuvem — não opcional.
  3. Filtro anti-phishing e SPF/DKIM/DMARC no domínio.
  4. Simulação de phishing anual para equipe.

Sinais de alerta vs. boas práticas

  • Red flag: “Segurança avançada é outro contrato”
  • Red flag: Backup só “configurado”, nunca testado
  • Red flag: Sem inventário de ativos
  • Red flag: Firewall sem revisão de regras
  • Green flag: Backup 3-2-1 explicado no onboarding
  • Green flag: Patch policy escrita
  • Green flag: Relatório de endpoints desatualizados
  • Green flag: Plano de resposta a incidente de 1 página

Como a ITC trabalha diferente

Na ITC Service (Cachoeirinha/RS, atendimento em todo o estado), contrato começa com escopo escrito, SLA de resolução (não só “primeira resposta”), canal único de chamados e documentação de entrega. Domínio, hospedagem e acessos ficam no nome do cliente quando aplicável. Transparência evita virar mais uma estatística de reclamação.

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