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Onboarding de TI mal feito: o que exigir nos primeiros 30 dias

Sem inventário, senhas perdidas e rede “no feeling”: checklist de onboarding para novo parceiro de TI ou suporte gerenciado.

Onboarding de TI mal feito: o que exigir nos primeiros 30 dias

Primeiro mês define os próximos anos. Fornecedor que não documenta no início raramente melhora depois — só reage mais caro.

Reclamações recorrentes no Reclame Aqui, fóruns e comunidades de gestores mostram o mesmo padrão: promessa na venda, frustração na entrega e dificuldade para sair do contrato. Este guia traduz essa dor em passos práticos — e o que exigir de um prestador sério.

O que fazer agora (passo a passo)

  1. Semana 1: inventário hardware/software e lista de admins.
  2. Semana 2: teste de backup restore em ambiente isolado.
  3. Semana 3: diagrama de rede e contatos de escalonamento.
  4. Semana 4: relatório de vulnerabilidades rápidas (top 10).
  5. Aceite formal do onboarding assinado por ambas as partes.

Sinais de alerta vs. boas práticas

  • Red flag: “Vamos descobrindo ao longo do tempo”
  • Red flag: Sem acesso a documentação antiga
  • Red flag: Troca de técnico toda semana
  • Red flag: Nenhum relatório no dia 30
  • Green flag: Cronograma de onboarding no anexo
  • Green flag: Entregáveis datados
  • Green flag: Reunião de kickoff com decisor
  • Green flag: Canal de chamados ativo no dia 3

Como a ITC trabalha diferente

Na ITC Service (Cachoeirinha/RS, atendimento em todo o estado), contrato começa com escopo escrito, SLA de resolução (não só “primeira resposta”), canal único de chamados e documentação de entrega. Domínio, hospedagem e acessos ficam no nome do cliente quando aplicável. Transparência evita virar mais uma estatística de reclamação.

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