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09/06/2026

Destinação responsável de resíduos tecnológicos e lixo eletrônico

Destinação responsável de lixo eletrônico corporativo: reduzir passivos ambientais, práticas sustentáveis, legislação PNRS e comprovantes para ESG.

Destinação responsável não é opcional para empresas

Resíduos de equipamentos eletrônicos (REEE) contêm chumbo, mercúrio, cádmio e retardantes de chama. Descarte irregular gera passivo ambiental, multas, dano à marca e, em vazamento de dados de equipamentos mal destruídos, passivo LGPD. A destinação responsável encaminha cada fração — após triagem — a recicladores e tratadores licenciados pela legislação brasileira.

Marco legal resumido

  • PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) — responsabilidade compartilhada e logística reversa.
  • Resoluções CONAMA — classificação e destinação de resíduos perigosos.
  • LGPD — destruição segura de mídias com dados pessoais.
  • Legislação estadual/municipal — RS e municípios podem exigir cadastro de geradores.

Detalhes em legislação de lixo eletrônico.

Práticas sustentáveis na cadeia ITC Greenway

  1. Priorizar reúso e reciclagem de componentes antes de aterro.
  2. Certificar parceiros finais (licença ambiental vigente).
  3. Documentar peso, tipo e Certificado de Destinação Final (CDF) quando aplicável.
  4. Evitar exportação ilegal de sucata — rastreabilidade documentada.
  5. Apoiar metas ESG do cliente com relatórios periódicos.

Benefícios corporativos

  • Redução de risco regulatório e reputacional.
  • Material para relatório de sustentabilidade e auditorias B2B.
  • Alinhamento a fornecedores e clientes que exigem política ambiental.
  • Cultura interna de TI sustentável — complementa Guia Greenway.

O que exigir do parceiro de descarte

  • Comprovante de coleta e destinação.
  • Procedimento de destruição de dados.
  • Transparência sobre destino final (não só “reciclamos”).
  • Contrato com escopo e responsabilidades claras.

Contato ITC Greenway