Unificar simplifica suporte — mas um único contrato opaco prende domínio, e-mail e rede. Separar exige coordenação. O critério é transparência, não quantidade de CNPJs.
Reclamações recorrentes no Reclame Aqui, fóruns e comunidades de gestores mostram o mesmo padrão: promessa na venda, frustração na entrega e dificuldade para sair do contrato. Este guia traduz essa dor em passos práticos — e o que exigir de um prestador sério.
O que fazer agora (passo a passo)
- Liste ativos: domínio, site, e-mail, ERP, rede, backup.
- Defina quem é dono legal de cada ativo (sempre você).
- Avalie se o parceiro documenta handover e offboarding.
- Compare TCO: dois boletos vs um pacote com escopo claro.
- Faça piloto de 60–90 dias antes de contrato longo.
Sinais de alerta vs. boas práticas
- Red flag: Pacote “all in” sem anexo de escopo
- Red flag: TI e site mas sem SLA único
- Red flag: Domínio no CNPJ do integrador
- Red flag: Cobrança duplicada de “manutenção”
- Green flag: Matriz RACI entre TI e marketing
- Green flag: ITC Hosting + suporte gerenciado integrados
- Green flag: Um canal de chamados
- Green flag: Diagnóstico gratuito antes de vender pacote
Como a ITC trabalha diferente
Na ITC Service (Cachoeirinha/RS, atendimento em todo o estado), contrato começa com escopo escrito, SLA de resolução (não só “primeira resposta”), canal único de chamados e documentação de entrega. Domínio, hospedagem e acessos ficam no nome do cliente quando aplicável. Transparência evita virar mais uma estatística de reclamação.
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